Relatório aula prática - Amostragem de solo

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
  SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
  INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
      DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus Uberlândia
Engenharia Agronômica
 Fertilidade do solo e nutrição de plantas
Prof. Dr. Luis Augusto da Silva Domingues
Prof. Dr. Henrique Galberto Vilela Penha 



                          
CARLOS HENRIQUE STORTI DE FARIA
FAUSTO ANTONIO COLI NETO
GABRIEL ALVES SANTOS
RODOLFO ARRUDA TAVARES LIMA
PEDRO LUCAS CARRIJO PIAU
VICTOR CASSIANO BARBOZA SILVA
VITOR HUGO CARRIJO PORTO





RELATÓRIO AULA PRÁTICA
Amostragem de solo






UBERLÂNDIA/2019



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CARLOS HENRIQUE STORTI DE FARIA
FAUSTO ANTONIO COLI NETO
GABRIEL ALVES SANTOS
RODOLFO ARRUDA TAVARES LIMA
PEDRO LUCAS CARRIJO PIAU
VICTOR CASSIANO BARBOZA SILVA
VITOR HUGO CARRIJO PORTO



RELATÓRIO AULA PRÁTICA
Amostragem de solo



Trabalho de Fertilidade do solo e nutrição de plantas, do curso de Engenharia Agronômica do Instituto Federal do Triângulo Mineiro – IFTM, como requisito parcial para conclusão da disciplina.

Orientadores: Prof. Dr. Luis Augusto da Silva Domingues e Prof. Dr. Henrique Gualberto Vilela Penha












UBERLÂNDIA, 2019

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1.    Introdução


A amostragem do solo constituiu-se numa das práticas mais importantes do processo produtivo, principalmente quando se pensa na utilização intensiva e racional dos solos. Pela amostragem do solo e posterior análise laboratorial para determinação dos conteúdos dos nutrientes e outros elementos minerais, é possível fazer uma recomendação racional e econômica de adubos e corretivos.

O propósito da amostragem é caracterizar a fertilidade de uma área ou gleba de grande dimensão, por meio da determinação das quantidades de nutrientes e outros elementos presentes, através de uma pequena fração de terra. A pesquisa tenta sistematizar certos procedimentos a fim de minimizar os erros de amostragem, devido a heterogeneidade que os solos apresentam.  Os responsáveis pela coleta devem seguir com muito critério os procedimentos sugeridos, principalmente com relação à escolha da área a amostrar, número de subamostras a serem coletadas que representem adequadamente o solo, e os cuidados pertinentes no momento da coleta.

Uma amostragem mal feita pode resultar em erros que afetarão o resultado da análise e, posteriormente, a recomendação de adubos e corretivos para mais ou menos do que o necessário. O erro causado por uma amostragem mal conduzida é geralmente o mais significativo, porque não pode ser corrigido nas fases subsequentes. Uma amostragem mal feita pode facilmente causar erros de 50% ou mais na avaliação da fertilidade de um solo.

A amostra encaminhada ao laboratório para análise, deve ser representativa da área de interesse, já que não é possível analisar a área inteira. Sendo assim, a amostra deve ser coletada da melhor maneira possível, de forma a refletir com fidelidade as condições de fertilidade da área específica.

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2.    Objetivo


O objetivo da aula prática consistiu-se em realizar uma amostragem de solo para ser utilizada em uma posterior análise, e também colocar em prática o conhecimento teórico adquirido em sala de aula referente aos procedimentos para realização da mesma.

3.    Metodologia


A amostragem foi realizada em uma área de 20 hectares, localizada no Instituto Federal do Triângulo Mineiro, campos Uberlândia. Mais precisamente, próximo ao setor de bovinos do campus. 

Os pontos de amostragem da área foram feitos em zigue-zague, pois desta maneira obtém-se os dados de forma mais precisa e representativa da área total de interesse.

Para coletar as amostras simples do solo, o grupo utilizou um enxadão em vez de um trado, pois foi o mais apropriado devido as condições em que o solo se encontrava. As amostragem foram realizadas na camada de 0 a 20 cm do solo.

O grupo coletou um total de 15 amostras, que foram depositadas em um balde. Essas amostras foram misturadas a fim de se obter uma homogeneidade no material. Após a mistura, foi retirada 300 gramas do solo do balde e o restante do solo foi descartado.

Essa quantidade de solo aproveitada, foi exposta ao ar livre por uma semana para secar e após esse período passou por uma peneira granulométrica de 2mm.
Depois de estar seco e peneirado, o solo foi colocado em um saco plástico e ficou à disposição para ser analisado em aulas posteriores. 

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4.    Resultados


Os integrantes do grupo seguiu com muito critério os procedimentos estudados em sala de aula, principalmente em relação aos pontos de amostragem, profundidade e quantidade de amostras.

As 15 amostras simples coletadas em zigue-zague e que, posteriormente foram unificada em uma amostra composta, pode representar e refletir com fidelidade as condições da área de 20 hectares que, devido ao tamanho, não seria possível amostra-lá por inteira.

5.    Conclusão


Ao fim do trabalho de amostragem, concluiu-se que o mesmo ampliou o conhecimento a respeito das procedimentos estudados e de como é importante realiza-los de forma adequada, de modo a evitar erros e avaliações improprias da área em questão.

6.     Referências


MARTINS, Carlos Eugênio et alAmostragem de solo. Brasília-DF: Embrapa, [entre 2009 e 2019]. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia8/AG01/arvore/AG01_347_217200392415.html. Acesso em: 25 ago. 2019

QUAL a importância da amostragem de solo?. [S. l.]: Embracal, 17 ago. 2015. Disponível em: http://embracal.com.br/informacoes-tecnicas/qual-a-importancia-da-amostragem-de-solo/. Acesso em: 25 ago. 2019.






















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