INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus Uberlândia
ENGENHARIA AGRÔNOMICA


ADAIR ROBERTO JÚNIOR
ANA FLÁVIA DE MELO COELHO
GABRIELLA BEZERRA DE SANTANA
GIOVANNA GABRIELA SILVA ARAÚJO
THALYA COSTA BLANCA




RELATÓRIO: Amostragem de Solo






Fertilidade do solo
Luis Augusto da Silva Domingues




UBERLÂNDIA, MG
Agosto/2019


1.   Introdução

A amostragem de solo se traz muito importante, devido a sua capacidade de mostrar como está a natureza química do solo, tornando assim possível fazer as indicações necessárias para aquela área, relacionadas a adubações e indicações de utilidade, relacionando com a aptidão que aquele solo representa.
Os objetivos das análises de rotina de solos, para fins de fertilidade, são obter informações para serem utilizadas de várias formas, nos quais se destacam:
• Manter o nível de fertilidade ao nível considerado adequado de certa área amostrada.
• Predizer a probabilidade de se obter respostas lucrativas com o uso adequado de corretivos e fertilizantes.
• Servir de base para a recomendação da quantidade de fertilizantes, formulados ou não, e corretivos da acidez do solo (calcário ou escórias) a aplicar.
• Avaliar o estado atual de fertilidade de uma propriedade ou talhão de uma localidade, com o uso de sumários de análises de solo com o objetivo de mapear a área e sua aptidão de uso da terra. (ARRUDA, et al., 2014.)
Recomenda-se que a amostragem e avaliação da fertilidade do solo ocorram anualmente, para se corrigir possíveis deficiências de nutrientes e ainda excessiva acidez ou concentração de alumínio, que é tóxico para a maioria das plantas cultivadas. A amostragem do solo pode ser realizada em qualquer época do ano. Entretanto, o produtor tem que considerar o tempo entre a amostragem do solo, o envio para o laboratório, a obtenção dos resultados, a compra e entrega dos fertilizantes e a época de adubação e calagem exigidos pela cultura. (ARRUDA, et al., 2014.)
Diante disso, será realizado a prática de amostragem de solo, para complementar a teoria vista em aula, assim obtendo conhecimento do mesmo.

2.     Objetivo


3.                    Metodologia

·          1 enxadão;
·          1 trena;
·          1 balde plástico;
·          1 saco plástico;
·          1 peneira 10 de 2,0 mm;
·          1 balde de alumínio.

Primeiramente deslocamos até a área escolhida, que foi o pasto do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), onde foi retirado 15 amostras de solo em zig-zag com o enxadão, à uma profundidade de 0 – 20 cm medidos com a trenam. Ao ser realizada a coleta, deve sempre fazer a perfuração e fazer uma raspagem no comprimento do buraco, para que seja considerado a profundidade 0 – 20 cm, dessa forma coletando cada amostra simples no balde de plástico. Após realizar todas as perfurações e coleta, deve ser feita a homogeneização da amostra, tornando-a uma amostra composta. Feito isso, deverá ser colocada em um saco plástico etiquetado com o nome do local, profundidade e quem realizou a coleta e direcionar ao laboratório. Com tudo, a amostra composta deve ser exposta a temperatura ambiente na sala especifica de secagem no laboratório de solos, deixando secar por 7 dias ou em estufa. Terminado o período de secagem, o solo é peneirado no balde de alumínio com a peneira 10 em malha 2,0mm, armazenando no saco plástico para a prática de determinação de pH.


4.     Resultados

Com as amostras recolhidas e o procedimento de secagem a condições de temperatura ambiente, foi adquirida a terra fina seca ao ar, que será utilizada nas próximas aulas práticas, para determinação de pH e outras metodologias.
                              

               Figura 1. Terra fina seca ao ar (TFSA).

5.     Conclusão
A amostragem de solo se faz muito importante em todos os sentidos de produção, desde cultivos diversos até um pasto para pecuária, concluindo assim a importância de se realizar os procedimentos e adquirir os conhecimentos da amostragem de solo.

6.     Referências

ARRUDA, M. R., et al. Amostragem de cuidados na coleta de solo para fins de fertilidade. Manaus – AM, 2014. Disponível em: <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/117075/1/Doc-115.pdf>. Acesso em: 24/08/2019.


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